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7 dicas para otimizar a tomada de decisão na sua empresa

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7 dicas para otimizar a tomada de decisão na sua empresa

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Um processo de tomada de decisão estruturado de maneira adequada poupa tempo, recursos e evita muita dor de cabeça. Também é preciso considerar os prejuízos causados pelo seu oposto: a indecisão. Quando a direção a seguir não é apontada, a tendência é deixar o negócio ao acaso, e isso, geralmente, não acaba bem.

Na maioria dos casos, a falta de pulso para decidir está relacionada a um problema comum nos empreendimentos com gestão pouco profissional: a precariedade das informações. Diversos estudos de caso apontam para a importância da qualidade dos dados como balizadores de decisões, assim, trata-se de um aspecto de suma importância e que deve ser considerado.

Certamente, outros pontos devem ser trabalhados para garantir decisões sempre acertadas ou muito próximas da margem de erro zero. Leia este artigo, conheça os principais e use-os a favor do seu negócio!

1. Pense fora da caixa

O envolvimento em situações que exigem decisões ou pressão por resultados pode tirar a capacidade de enxergar os possíveis impactos em função do que é decidido. Sendo assim, tentar ampliar sua visão para uma perspectiva de terceira pessoa, pode ajudar bastante nesse momento.

Projetar-se para fora do contexto é uma ótima forma de evitar que emoções tomem a dianteira no processo decisório. Com isso, você ganha a frieza necessária para coletar novas opiniões, dados e informações relevantes, ou seja, coloca-se em condição de decidir baseado fatos e dados, e não em subjetividades.

É muito importante que você se posicione levando em conta as consequências para as pessoas que fazem parte da sua empresa ou time, por isso, um novo ponto de vista pode ser a solução na hora de evitar tomadas de decisão precipitadas.

2. Dedique-se ao planejamento

OK, é possível que, no fim das contas, as ferramentas em si não garantam o apoio necessário para chegar a conclusões com segurança. Isso pode com problemas recorrentes em gestões sem planejamento e sem base em dados.

Ora, se não existe um plano que anteceda às operações, não há como as tomadas de decisão ocorram de forma  realista, racional e adequada. Sem planejamento, as ferramentas tornam-se inúteis.

Logo, se a sua empresa ainda não conta com um plano consistente de negócios, ou está à deriva, sem nenhum tipo de orientação, corrija essa falha imediatamente. Comece pela matriz SWOT, preencha modelos Canvas e, depois, monte um plano de negócios que ofereça visão panorâmica das suas atividades. Assim, as medidas adotadas terão, pelo menos, um ponto de partida.

3. Busque mentoria

Sem planejar é improvável que você saia do lugar; sem ferramentas, você também não terá informações para pautar suas escolhas. Mas existe ainda um terceiro elemento tão importante quanto os anteriores, que é a quantidade de cabeças pensantes envolvidas no processo decisório.

Se você lembrou do ditado “duas cabeças pensam melhor do que uma”, então está no caminho certo. É exatamente disso que trata a mentoria, uma das vertentes de coaching em que profissionais apoiam as decisões de gestores por meio de suas experiências.

Acredite: nada é pior para uma empresa e para os seus líderes do que ter que arcar sozinho com o peso de uma escolha estratégica. Quando os rumos são decididos com base em mais de uma opinião, as chances de acerto aumentam consideravelmente.

4. Envolva a equipe

Já que destacamos a importância de contar com uma equipe pensante, é importante ressaltar o trabalho do time como um todo.

Um mentor pode ajudar muito, mas a validação das decisões é muito mais consistente quando são submetidas a uma votação geral. Quando você deixa de impor e passa a sugerir, a tendência é que as decisões tomadas estejam menos sujeitas ao erro e sejam aceitas com mais entusiasmo.

5. Seja objetivo

É importante que a sua postura seja a mais objetiva possível, considerando todas as possíveis limitações. Gestores que ficam o tempo todo em cima do muro causam má impressão e transmitem insegurança, o que reflete, em última análise, falta de preparo.

Atitudes titubeantes passam a colaboradores, parceiros e, principalmente, clientes, uma péssima imagem profissional, que pode imapactar diretamente os resultados dos negócios.

Portanto, mesmo em momentos de crise, busque informações, fatos e dados relevantes de pessoas preparadas, que o aproximem ao máximo de uma tomada de decisão assertiva.

6. Conheça seu negócio

Apesar de acreditar que não há ninguém que conheça melhor um negócio do que seu próprio dono, buscar dados é fundamenta.

Procure informações relevantes, números e dados que enriqueçam suas perspectivas e auxiliem no momento da tomada de decisão. Ter uma visão holística é bom, mas em alguns momentos os detalhes farão a diferença, principalmente num mundo cada vez mais orientado a dados. 

7. Gestão de Risco: Tenha um plano B

Por mais que suas deliberações tenham respaldo, ainda que baseadas em critérios sólidos e muita conversa, sempre existe a chance de algo sair do planejado. Para esses momentos, que virão cedo ou tarde, é importante ter um plano B.

Trata-se de uma alternativa que você poderá considerar em seu planejamento estratégico. Nessa etapa, são previstas as hipóteses possíveis dentro do planejado, acima das expectativas e no pior cenário possível. Assim, a tomada de decisão não implicará, necessariamente, num caminho sem volta.

E lembre-se: além de decidir, é importante vislumbrar alternativas para que o seu negócio não fique muito exposto a revelias. Daí  a importância da gestão de riscos.

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